Aviso
Um Natal diferente
- Detalhes
- Categoria de topo: O Amigo do Povo
- Categoria: Testemunhos Vivos
- Publicado em quinta, 19 janeiro 2012 00:23
- Escrito por M. V. P.
Durante a Missa de Natal, o sacerdote italiano Maurizio de Sanctis, pároco na igreja Santa Rosa da cidade de Livorno (Itália), anunciou que tinha salvado uma criança de ser abortada e a “adoptou” oferecendo ajuda económica aos pais.
Nas vésperas do Natal o sacerdote recebeu na sua paróquia um casal de jovens esposos, pais de três filhos e de um por nascer. Conforme relatou o sacerdote à revista Panorama, os cônjuges disseram que os gastos familiares superavam os seus ganhos e que a única alternativa era abortar o quarto de seus filhos.
“Não havia outro problema ou dúvida a não ser o factor económico. Um problema real que afecta muitos na paróquia. Mas não me rendi, tentei explicar-lhes que uma vida é algo que vai além do dinheiro: é um dom, uma alegria, algo que não tem preço”, assinalou.
“Não havia outro problema ou dúvida a não ser o factor económico. Um problema real que afecta muitos na paróquia. Mas não me rendi, tentei explicar-lhes que uma vida é algo que vai além do dinheiro: é um dom, uma alegria, algo que não tem preço”, assinalou.
Logo depois de uma rápida reflexão, o sacerdote ofereceu ao casal apoio económico através da paróquia. “Vocês tragam-no para o mundo, dêem-lhe o vosso amor. Do resto nos ocuparemos nós”, assegurou-lhes.
No final, o Pe. De Sanctis expressou com satisfação que “queria um Natal diferente”. Queria fazer algo concreto este ano, e o conseguiu fazer. Assim festejou o Natal duas vezes, o de Jesus e o daquele menino
Os cristãos presentes receberam muito bem a notícia e alguns ofereceram-se mesmo para colaborar com a ajuda do pároco.
Mas houve também quem achasse mal que o padre se metesse nesses assuntos. Abortar ou não devia ser decidido por aqueles pais e a igreja deveria ficar fora disso, disseram e escreveram alguns. Como se a vida de uma criança valesse menos que a de alguns animais ou plantas.
Há quem diga que não é pelo aborto, mas chegada a ocasião revolta-se por que alguém conseguiu resolver as motivações para abortar. Um cristão é que não pode ficar indiferente, quando está uma vida em jogo.
M.V.P.











