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Dia Mundial do Doente
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- Publicado em quinta, 02 fevereiro 2012 11:31
- Escrito por M. V. P.
É já no dia 11 de Fevereiro, dia de Nossa Senhora de Lurdes, que a Igreja celebra o Dia Mundial do Doente. Desde 1993 que a Igreja propõe a todas as suas comunidades a celebração de um dia dedicado aos doentes. Foi uma iniciativa de João Paulo II, poucos anos após a instituição da Comissão Pontifícia para o Apostolado dos Profissionais de Saúde. E como é costume, o Papa publicou uma mensagem, convidando os católicos a um “acolhimento generoso” de todas as vidas, sobretudo junto dos mais “fracos”. No documento, divulgado pela sala de imprensa da Santa Sé, o Papa relaciona os “sofrimentos materiais e espirituais do ser humano”, falando num “binómio entre a saúde física e a renovação após as lacerações da alma”.
A mensagem papal sublinha, a este respeito, a presença dos padres nos hospitais, uma missão “delicada” que deve fazer deles “verdadeiros ministros dos doentes”, e centra a sua reflexão nos chamados ‘sacramentos de cura’, ou seja, a Penitência (confissão) e a Unção dos Doentes.
“O momento do sofrimento, no qual poderia surgir a tentação de se abandonar ao desânimo e ao desespero, pode transformar-se em tempo de graça para entrar de novo dentro de si próprio”, indica o texto, que tem como tema ‘Levanta-te e vai. A tua fé te salvou’, expressão retirada do Evangelho segundo São Lucas.
Bento XVI frisa a “importância da fé para os que, atingidos pelo sofrimento e a doença, se aproximam do Senhor”, acrescentando que “quem acredita nunca está só”.
“Quem, no seu próprio sofrimento e doença, invoca o Senhor, está certo de que o seu amor nunca o abandona e que também o amor da Igreja nunca falta”, escreve.
“A atenção e o cuidado pastoral para com os doentes é sinal, por um lado, da ternura de Deus para quem está no sofrimento e, por outro, traz vantagem espiritual também ao sacerdote e a toda a comunidade cristã”, assinala.
O Papa deixa uma palavra de “agradecimento”, em nome pessoal e de toda a Igreja, a quantos trabalham no mundo da saúde e às famílias dos doentes, “porque, na competência profissional e no silêncio, muitas vezes, também, sem mencionar o nome de Cristo o manifestam concretamente”.











