Aviso

À Sombra do Castanheiro

À sombra do castanheiro (16 de Outubro de 2011)

– O Tio Ambrósio continua nas suas leituras. É raro vir encontrá-lo sem estar ocupado, ou em contacto com os livros, ou a tratar do seu quintal…

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À sombra do Castanheiro (9 de Outubro de 2011)

- Que novidades me contas, Carlos?
- Isto, agora, é vira o disco e toca o mesmo, Tio Ambrósio! Em qualquer conversa, na rua ou nas salas de espera, em todos os encontros com amigos e conhecidos, o tema é recorrente.

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À SOMBRA DO CASTANHEIRO (2 de Outubro de 2011)

- O Liberato, que é uma espécie de secretário de Estado da Cultura do Cabeço, disse-me, um dia destes, que o próximo ano vai ser farto em comemorações jubilares, sobre pessoas e locais importantes no que ao nosso passado diz respeito.

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À sombra do castanheiro (25 de Setembro de 2011)

– Ó Tio Ambrósio! Isto não há volta a dar-lhe...
– Não costumas vir assim tão desanimado, Carlos! Indignado com a situação que vivemos, sim! Mas o desânimo não deve caber na atitude de qualquer homem que se preze, e sobretudo na vida de um cristão.

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À sombra do castanheiro (18 de Setembro de 2011)

– Eu não sei se tu te recordas de, aqui há uns dois ou três anos atrás, quando tu me falavas de crise para a direita e de crise para a esquerda, eu te dizer que isto ainda não tinha batido no fundo do poço.
– E parecia mesmo que tinha, Tio Ambrósio!

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À sombra do castanheiro (11 de Setembro)

– Como vão por aí as vindimas, Carlos?

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